8.27.2007

Trago-te em mim

Gosto de pensar que sou a areia que espera, sempre, paciente pelo mar, tu. Que, quando chegas, não só me tocas ao de leve - ou por vezes com um bocadinho mais de força, agressivo, as ondas a rebentarem de saudade sobre mim - mas também me envolves completamente em ti. Não nos enlaçamos um no outro. Não somos dois. Sou eu em ti, tu em mim. Nós. Não dá para perceber onde eu acabo e tu começas. Afinal, eu sou o teu começo e tu o meu infinito. E, mesmo lá longe, onde o céu te aconchega ao de leve, seremos sempre, sempre nós. Porque é tão ridículo separar-me de ti como separar o mar da areia.







(A modos que voltei. Só para deixar aqui um bocadinho de Paraíso que trouxe no bolso.)

6 comentários:

Rita disse...

Ainda bem que a modos que voltaste :)

Praia, que é isso?! :X

AHAH
Gostei :)

Luisa Oliveira disse...

A modos que voltaste?? Ah sim? E por andas, pode saber-se? É que eu cá, ainda não vi nada!

Sabes o que é que eu vou fazer com este? Imprimir e colar na parede do quarto.

^^

Tigui disse...

Sentimentos únicos.

Patricia disse...

Amei...
Sentido e lindo. :)
Ainda bem que voltaste hihi :D

Beijo*

Tigui disse...

Obrigada pela contribuição para www.oamorexpressivo.blogspot.com.

Anônimo disse...

Tao bom este !! :D

(gaby)